Erosão costeira agressiva é identificada em falésias da Praia da Pipa

Passados 30 dias do acidente que vitimou uma família após a queda de parte de uma falésia na praia da Pipa, em Tibau do Sul, a Prefeitura Municipal ainda não concluiu os relatórios de avaliação e estudos de impacto ambiental da falésia e os dez estabelecimentos que foram interditados de forma preliminar, seguem fechados. Além desses, duas escadas e uma residência também foram interditados. Entre os estudos feitos pela Prefeitura de Tibau do Sul, um deles está pronto: o de Geologia, que classificou 23 imóveis em cima da falésia como de risco “muito alto” numa área com processo erosivo agressivo. 

Outro levantamento que está sendo concluído é o de Engenharia Civil, que também produzirá um relatório para orientar quais medidas são necessárias quanto aos imóveis interditados preventivamente. “Os processos erosivos são agressivos sobre a face da falésia. No topo pela ação natural dos ventos e de águas superficiais e na base das falésias pela ação do mar devido o ambiente costeiro dinâmico da região”, relatam os técnicos Newton Cortez da Silva Filho, diretor de Planejamento da SEMURBMO, e Ieda Maria Maria Melo Cortez, titular da SEMURBMO, que assinam o relatório. 

Fonte: Tribuna do Norte