Fátima, Carlos e Rafael é um “trisal” que já nasceu fadado ao insucesso

Dizem que a política é igual a casamento. Eu juro que já ouvi muito essa comparação. Sendo assim, podemos dizer que entramos para a “era do poliamor” nessa campanha. Ou você concorda com o famoso ditado ‘um é pouco, dois é bom e três é demais’ em relacionamentos? Se sim, você é adepto da monogamia, mas tem muita gente por aí que vive relacionamentos com outras configurações, como o trisal.

É o poliamor, que prega pela não-exclusividade romântica ou sexual, possibilitando relacionamentos como o trisal. Isso mesmo. Tem muita gente por aí vivendo a três, a quatro e por aí vai. A governadora Fátima Bezerra (PT) e seu grupo bem que achou que podia ter um candidato oficial, Carlos Eduardo Alves (PDT), que contraria as expectativas da sua família militante e dos muitos prefeitos em sua volta, e que por isso havia espaço para um “amante” político, Rafael Motta (PSB), mais jovem e com mais vigor. Não teve jeito. Como nos relacionamentos românticos, na política tem ciúme e quase sempre a briga acaba na justiça.

Tá aí: Carlos Eduardo se achou no direito de querer botar cabresto em Fátima e dizer que ela é só dele e Rafael não pode encostar. Parece enredo de novela, não é não? Tomara que acabe logo e bem. Mas se depender de Fátima e dos petistas, eles já mandaram o recado para Carlos Eduardo Alves, como o próprio presidente do PT estadual, Júnior Souto, afirmou: ““O apoio do deputado Rafael Motta à governadora é muito bem-vindo”.

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