Apesar da magnitude do megavazamento que expôs os dados pessoais de mais de 220 milhões de brasileiros —incluindo pessoas falecidas— não podemos seguir com a narrativa de que não há nada a ser feito. Rafael Zanatta, advogado diretor da Data Privacy Brasil, uma das principais consultorias de direito digital do país, defende a aplicação rígida da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) e um plano nacional de contingência do governo para ajudar as vítimas.
Segundo ele, o vazamento mexe com a vida das pessoas —que têm se interessado mais sobre a privacidade digital após a aprovação da lei de dados e o lançamento do filme “O Dilema das Redes”— e vai afetar as relações comerciais, já que a cada dia cresce no público a desconfiança e o medo de golpes.
Fonte: UOL