Pela 1ª vez, pessoa pré-histórica com síndrome de Turner é identificada

Uma técnica inédita para medir com mais precisão o número de cromossomos em genomas antigos foi desenvolvida por cientistas, que a aplicaram em restos mortais antigos da Grã-Bretanha. Com isso, a equipe identificou pela primeira vez uma pessoa pré-histórica com síndrome de Turner. A pesquisa foi publicada nesta quinta-feira (11) na revista Communications Biology. Ela foi conduzida por cientistas do Instituto Francis Crick, em colaboração com a Universidade de Oxford, a Universidade de York e a organização de pesquisa Oxford Archaeology.

A síndrome de Turner é caracterizada pela presença de um cromossomo X em vez de dois (XX). As garotas que sofrem dessa condição são normalmente baixas e têm pele frouxa na parte de trás do pescoço, além de dificuldades de aprendizagem e incapacidade de entrar na puberdade, segundo o Manual MSD de saúde. Tratamentos atuais incluem uso de hormônios para estimular o crescimento e iniciar o desenvolvimento sexual.

Fonte: Revista GALILEU