Conforme pedido pelo Ministério da Economia, o presidente Jair Bolsonaro vetou, ontem, o perdão a dívidas tributárias acumuladas por igrejas. A medida, aprovada pelo Congresso Nacional, inclui esquecer R$ 868 milhões que não foram pagos à previdência. O veto, porém, não ocorreu por o presidente discordar do projeto. De acordo com sua assessoria, ele cometeria crime de responsabilidade caso sancionasse o texto como ficou.
Bolsonaro foi ao Twitter se explicar. Ele afirma considerar “absurdas” as multas às igrejas. “Confesso, caso fosse deputado ou senador, por ocasião da análise do veto, votaria pela derrubada”, disse na sequência. E se aprovasse o texto, segundo ele, poderia sofrer impeachment. Mas os parlamentares não sofrem este risco.